Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Policia
Operação Curto Circuito faz apreensões de imóveis e carros de luxo em Balneário Camboriú

A vítima desta vez  foi a Celesc

Sexta, 2/8/2019 10:24.
Divulgação

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Na manhã desta sexta-feira (2), a Diretoria de Investigações Criminais (DEIC) cumpriu três mandados de prisões temporárias, 20 mandados de busca e apreensão, bloqueios de ativos financeiros das pessoas naturais e jurídicas investigadas, sequestro e indisponibilidade de 23 veículos, entre eles, uma Lamborguini, um Camaro e um Land Rover, 24 imóveis, sendo alguns de alto padrão, além do sequestro de cinco empresas.

Foi instaurado inquérito policial para apurar materialidade, autoria e circunstâncias de crime de peculato eletrônico, lavagem de dinheiro e associação criminosa, figurando como vítima a Celesc.

De acordo com o que foi apurado, a Celesc celebra contratos denominados convênios de prestação de serviços, os quais consistem, basicamente, em cobrar e arrecadar, no bojo da fatura de energia elétrica, determinados serviços prestados pelas empresas conveniadas, diretamente dos consumidores de energia, ou seja, a Celesc cobra e arrecada, na conta de luz, alguns serviços de empresas que celebram contratos com a empresa e, após apuração mensal, repassa os valores, descontando as taxas contratuais.

As investigações revelaram que o funcionário responsável pelo controle de pagamentos de convênios alterava manualmente, para maior, os lançamentos de repasses para convênios do sistema comercial da empresa de distribuição de energia Celesc, cujos pagamentos tinham como beneficiária uma empresa investigada, sendo que no período investigado, foram feitas 136 alterações a maior, totalizando valores que, corrigidos, somam mais de R$ 17.

Além da apuração dos crimes de peculato eletrônico e associação criminosa, a investigação concentrou os esforços no sentido de identificar o caminho do dinheiro desviado e o patrimônio dos investigados, a fim de responsabilizá-los pelo crime de lavagem de dinheiro, mas, sobretudo, para garantir o ressarcimento da vítima, que na prática, é toda a sociedade catarinense, uma vez que os valores subtraídos poderiam ter sido empregados em ampliação e melhorias da rede.

Fonte: DEIC


Em relação a Operação Curto Circuito, a Celesc emitiu a seguinte nota oficial:

NOTA DE ESCLARECIMENTO 

Sobrea operação Curto-Circuito, divulgada hoje (2/08), pela DEIC, a Celesc vem esclarecer que:

- a investigação é decorrente de queixa crime formalizada pela própria Celesc, junto à Policia Civil e ao Ministério Público;

- que o caso foi constatado em 2017, a partir da apuração de inconsistências nos dados referentes à conta contábil específica de contrato de arrecadação de terceiros;

- que realizou sindicância interna e confirmou a materialidade e a autoria das irregularidades, que resultou em inquérito administrativo e demissão do empregado envolvido por justa causa;

- que a Celesc promoveu as medidas administrativas cabíveis, dentro da sua competência, para ressarcimento de todos os danos decorrentes do processo;

- que foram implementados controles internos adicionais para evitar novas fraudes;

"A Celesc contribuiu com todas as informações requeridas pela Polícia Civil".

A Diretoria


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Página 3
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Operação Curto Circuito faz apreensões de imóveis e carros de luxo em Balneário Camboriú

A vítima desta vez  foi a Celesc

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Sexta, 2/8/2019 10:24.

Na manhã desta sexta-feira (2), a Diretoria de Investigações Criminais (DEIC) cumpriu três mandados de prisões temporárias, 20 mandados de busca e apreensão, bloqueios de ativos financeiros das pessoas naturais e jurídicas investigadas, sequestro e indisponibilidade de 23 veículos, entre eles, uma Lamborguini, um Camaro e um Land Rover, 24 imóveis, sendo alguns de alto padrão, além do sequestro de cinco empresas.

Foi instaurado inquérito policial para apurar materialidade, autoria e circunstâncias de crime de peculato eletrônico, lavagem de dinheiro e associação criminosa, figurando como vítima a Celesc.

De acordo com o que foi apurado, a Celesc celebra contratos denominados convênios de prestação de serviços, os quais consistem, basicamente, em cobrar e arrecadar, no bojo da fatura de energia elétrica, determinados serviços prestados pelas empresas conveniadas, diretamente dos consumidores de energia, ou seja, a Celesc cobra e arrecada, na conta de luz, alguns serviços de empresas que celebram contratos com a empresa e, após apuração mensal, repassa os valores, descontando as taxas contratuais.

As investigações revelaram que o funcionário responsável pelo controle de pagamentos de convênios alterava manualmente, para maior, os lançamentos de repasses para convênios do sistema comercial da empresa de distribuição de energia Celesc, cujos pagamentos tinham como beneficiária uma empresa investigada, sendo que no período investigado, foram feitas 136 alterações a maior, totalizando valores que, corrigidos, somam mais de R$ 17.

Além da apuração dos crimes de peculato eletrônico e associação criminosa, a investigação concentrou os esforços no sentido de identificar o caminho do dinheiro desviado e o patrimônio dos investigados, a fim de responsabilizá-los pelo crime de lavagem de dinheiro, mas, sobretudo, para garantir o ressarcimento da vítima, que na prática, é toda a sociedade catarinense, uma vez que os valores subtraídos poderiam ter sido empregados em ampliação e melhorias da rede.

Fonte: DEIC


Em relação a Operação Curto Circuito, a Celesc emitiu a seguinte nota oficial:

NOTA DE ESCLARECIMENTO 

Sobrea operação Curto-Circuito, divulgada hoje (2/08), pela DEIC, a Celesc vem esclarecer que:

- a investigação é decorrente de queixa crime formalizada pela própria Celesc, junto à Policia Civil e ao Ministério Público;

- que o caso foi constatado em 2017, a partir da apuração de inconsistências nos dados referentes à conta contábil específica de contrato de arrecadação de terceiros;

- que realizou sindicância interna e confirmou a materialidade e a autoria das irregularidades, que resultou em inquérito administrativo e demissão do empregado envolvido por justa causa;

- que a Celesc promoveu as medidas administrativas cabíveis, dentro da sua competência, para ressarcimento de todos os danos decorrentes do processo;

- que foram implementados controles internos adicionais para evitar novas fraudes;

"A Celesc contribuiu com todas as informações requeridas pela Polícia Civil".

A Diretoria


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