Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Economia
Construtores entendem que doença é séria, mas têm alternativa segura para voltar a trabalhar

Quarta, 1/4/2020 15:24.

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O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil em Balneário Camboriú, Nelson Nitz, disse ao Página 3 nesta quarta-feira (1) que a pandemia do Covid-19 é coisa séria, mas a construção civil tem características que permitiriam a volta ao trabalho com segurança.

Na semana passada, a ideia do governo do Estado era liberar o trabalho na construção nesta quarta-feira, mas ocorreu adiamento por uma semana.

Nitz se preocupa com os trabalhadores em geral, pois muitos profissionais trabalham de dia para comer à noite e o governo “só faz discurso, as medidas de amparo não são postas em prática, o que pode levar a uma crise social com violência”.

As construtoras em Balneário Camboriú estão pagando março “cheio” e haverá negociações para banco de horas, estensão da jornada diária etc.

O setor, segundo Nitz, deveria voltar ao trabalho porque as atividades são em locais abertos, sem aglomero e as construtoras tem experiência em medidas de proteção incorporadas ao dia a dia.

O presidente do Siduscon entende que o governador ainda não fez nenhum hospital para enfrentar a crise e reforça o coro dos que defendem transformar o Centro de Eventos de Balneário Camboriú em hospital de campanha.

Além da paralisação das obras, a pandemia de Covdi-19 deverá afetar o fluxo de caixa das construtoras, pois os clientes já começam a pedir prazo nas prestações de suas dívidas.


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Página 3

Construtores entendem que doença é séria, mas têm alternativa segura para voltar a trabalhar

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Quarta, 1/4/2020 15:24.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil em Balneário Camboriú, Nelson Nitz, disse ao Página 3 nesta quarta-feira (1) que a pandemia do Covid-19 é coisa séria, mas a construção civil tem características que permitiriam a volta ao trabalho com segurança.

Na semana passada, a ideia do governo do Estado era liberar o trabalho na construção nesta quarta-feira, mas ocorreu adiamento por uma semana.

Nitz se preocupa com os trabalhadores em geral, pois muitos profissionais trabalham de dia para comer à noite e o governo “só faz discurso, as medidas de amparo não são postas em prática, o que pode levar a uma crise social com violência”.

As construtoras em Balneário Camboriú estão pagando março “cheio” e haverá negociações para banco de horas, estensão da jornada diária etc.

O setor, segundo Nitz, deveria voltar ao trabalho porque as atividades são em locais abertos, sem aglomero e as construtoras tem experiência em medidas de proteção incorporadas ao dia a dia.

O presidente do Siduscon entende que o governador ainda não fez nenhum hospital para enfrentar a crise e reforça o coro dos que defendem transformar o Centro de Eventos de Balneário Camboriú em hospital de campanha.

Além da paralisação das obras, a pandemia de Covdi-19 deverá afetar o fluxo de caixa das construtoras, pois os clientes já começam a pedir prazo nas prestações de suas dívidas.


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