Jornal Página 3
PÁGINA 3 / Cidade
Lideranças tentam evitar leilão da praia de Taquarinhas
Quarta, 31/7/2019 12:32.
Rivo Biehl.

Publicidade

Desde que a Caixa Econômica anunciou novo leilão da praia de Taquarinhas, marcado para a próxima sexta-feira (2), políticos se movimentam tentando impedir que isso aconteça.

É a segunda tentativa de fazer o leilão, só que este está anunciado por um valor mínimo de R$ 87 milhões, bem abaixo do primeiro que pedia R$ 230 milhões como proposta inicial.

A praia de Taquarinhas (na verdade seis terrenos em frente àquela praia) passaram às mãos da Caixa Econômica Federal num negócio nebuloso feito com uma empresa que opera no Paraná e em Santa Catarina.

O deputado Ivan Naatz, Presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, disse que os senadores Esperidião Amin e Jorginho Mello, além do deputado federal Carlos Chiodini, que se colocou à disposição, estão tentando intervir junto à superintendência da Caixa, para que os imóveis sejam doados ao governo catarinense visando a criação de um parque ambiental.
Taquarinhas é uma das últimas praias preservadas, em área urbana, no litoral brasileiro.

Naatz disse que o objetivo é criar obstáculos até conseguir convencer a superintendência da Caixa de que aquele imóvel tem que ser doado ao Estado de Santa Catarina.

“A Caixa tem esse viés socioambiental e para ela fazer essa doação seria uma jogada de mestre. Transformar Taquarinhas em um parque estadual é o que propus através do projeto de lei que agora está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde recebeu voto contrário do relator da matéria, o deputado Coronel Mocelin, alegando questões financeiras do Estado. O projeto está em pedido de vista do deputado João Amin dentro da CCJ. Fico triste que o deputado Mocelin, que é aqui da região, tenha dado voto contrário, isso atrasou bastante o processo”, disse Naatz.

Ele acrescentou que se conseguir acelerar a proposta que está na CCJ, poderá tentar um mecanismo para suspender o leilão judicialmente.

A reportagem tentou, sem sucesso, contato com o prefeito Fabrício Oliveira para apurar se ele está fazendo algo para tentar evitar o leilão.


Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Destaques

Publicidade


Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade



Publicidade

Página 3

Lideranças tentam evitar leilão da praia de Taquarinhas

Rivo Biehl.

Publicidade

Quarta, 31/7/2019 12:32.

Desde que a Caixa Econômica anunciou novo leilão da praia de Taquarinhas, marcado para a próxima sexta-feira (2), políticos se movimentam tentando impedir que isso aconteça.

É a segunda tentativa de fazer o leilão, só que este está anunciado por um valor mínimo de R$ 87 milhões, bem abaixo do primeiro que pedia R$ 230 milhões como proposta inicial.

A praia de Taquarinhas (na verdade seis terrenos em frente àquela praia) passaram às mãos da Caixa Econômica Federal num negócio nebuloso feito com uma empresa que opera no Paraná e em Santa Catarina.

O deputado Ivan Naatz, Presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, disse que os senadores Esperidião Amin e Jorginho Mello, além do deputado federal Carlos Chiodini, que se colocou à disposição, estão tentando intervir junto à superintendência da Caixa, para que os imóveis sejam doados ao governo catarinense visando a criação de um parque ambiental.
Taquarinhas é uma das últimas praias preservadas, em área urbana, no litoral brasileiro.

Naatz disse que o objetivo é criar obstáculos até conseguir convencer a superintendência da Caixa de que aquele imóvel tem que ser doado ao Estado de Santa Catarina.

“A Caixa tem esse viés socioambiental e para ela fazer essa doação seria uma jogada de mestre. Transformar Taquarinhas em um parque estadual é o que propus através do projeto de lei que agora está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde recebeu voto contrário do relator da matéria, o deputado Coronel Mocelin, alegando questões financeiras do Estado. O projeto está em pedido de vista do deputado João Amin dentro da CCJ. Fico triste que o deputado Mocelin, que é aqui da região, tenha dado voto contrário, isso atrasou bastante o processo”, disse Naatz.

Ele acrescentou que se conseguir acelerar a proposta que está na CCJ, poderá tentar um mecanismo para suspender o leilão judicialmente.

A reportagem tentou, sem sucesso, contato com o prefeito Fabrício Oliveira para apurar se ele está fazendo algo para tentar evitar o leilão.

Publicidade

Publicidade

Publicidade

Publicidade



Destaques