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SPU poderá permitir pontos de milho em Balneário Camboriú, mas eles serão licitados
Renata Rutes Henning.

Quinta, 18/4/2019 8:27.

Em reunião ontem em Florianópolis, assessores do prefeito Fabrício Oliveira escutaram na Secretaria de Patrimônio da União (SPU) que é possível reconsiderar a decisão que obriga remover os locais de venda de milho da praia central de Balneário Camboriú até 30 de maio. No entanto, isso não tem nada a ver com a licitação para exploração dos pontos que é obrigatória.

A recomendação do SPU é que o município apresente argumentos reivindicando uma certa quantidade de pontos de milho na praia central, alegando a tradição dessa atividade e a necessidade de atendimento aos turistas.

Promover licitação para explorar os pontos, se eles voltarem a existir após de maio é determinação de Ministério Público Estadual.

A promotoria confirmou que não abre mão da licitação e multará o prefito em R$ 1 mil por dia de descumprimento. 

SEM FOCO

A administração do município não tem um foco claro na discussão porque trata os pontos como se fossem para vender milho e churros quando na realidade o interesse maior dos “milheiros” é o loteamento do espaço na praia central com o aluguel de guarda-sóis e cadeiras.

Se o SPU permitir, a ideia é que dos quase 150 ponto atuais ficarão cerca de 75 o que continuaria sendo uma exorbitância porque significa um a cada 80 metros.

A praia central de Balneário Camboriú continuaria repleta de pontos comerciais sobre a calçada do mar e nenhum sanitário decente para as pessoas usarem.

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Página 3

SPU poderá permitir pontos de milho em Balneário Camboriú, mas eles serão licitados

Renata Rutes Henning.

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Quinta, 18/4/2019 8:27.

Em reunião ontem em Florianópolis, assessores do prefeito Fabrício Oliveira escutaram na Secretaria de Patrimônio da União (SPU) que é possível reconsiderar a decisão que obriga remover os locais de venda de milho da praia central de Balneário Camboriú até 30 de maio. No entanto, isso não tem nada a ver com a licitação para exploração dos pontos que é obrigatória.

A recomendação do SPU é que o município apresente argumentos reivindicando uma certa quantidade de pontos de milho na praia central, alegando a tradição dessa atividade e a necessidade de atendimento aos turistas.

Promover licitação para explorar os pontos, se eles voltarem a existir após de maio é determinação de Ministério Público Estadual.

A promotoria confirmou que não abre mão da licitação e multará o prefito em R$ 1 mil por dia de descumprimento. 

SEM FOCO

A administração do município não tem um foco claro na discussão porque trata os pontos como se fossem para vender milho e churros quando na realidade o interesse maior dos “milheiros” é o loteamento do espaço na praia central com o aluguel de guarda-sóis e cadeiras.

Se o SPU permitir, a ideia é que dos quase 150 ponto atuais ficarão cerca de 75 o que continuaria sendo uma exorbitância porque significa um a cada 80 metros.

A praia central de Balneário Camboriú continuaria repleta de pontos comerciais sobre a calçada do mar e nenhum sanitário decente para as pessoas usarem.

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